J.K. Rowling chama ativismo trans de “elitista” em novo ensaio e diz que suas opiniões “não mudaram”
J.K. Rowling publicou em seu site um ensaio de mais de 2 mil palavras como continuação do texto polêmico de junho de 2020. A autora de Harry Potter afirma que suas opiniões sobre sexo e gênero “não mudaram”, que recebeu “uma avalanche de ameaças de morte, estupro e tortura” e que o ativismo trans do século 21 seria “elitista até o âmago”, beneficiando sobretudo mulheres privilegiadas que o consideram “da moda”.
Rowling diz que pessoas trans não devem sofrer discriminação em moradia ou emprego, mas defende espaços exclusivos para mulheres, argumentando que “os homens, como grupo, representam um risco”. Ela promete continuar falando e financiando ações judiciais de mulheres.
O texto chega em meio a novos protestos: em 16 de outubro, ativistas trans invadiram o tapete vermelho de uma gala de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada em Londres. A BBC também anunciou um documentário em duas partes sobre a autora e suas visões “polarizadoras” sobre gênero.
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Imagem: reprodução/PinkNews